Admirado por uns, ignorado por outros, o teatro procura aproximar-se de um público cada vez mais variado. Prova disso é a nona edição do “Mimarte – Festival de Teatro de Braga” – que reúne os géneros contemporâneo e clássico, nacional e estrangeiro.
Este certame original e inovador, que comungou comapnhias amadoras e profissionais, trouxe até Braga o “Teatro Regional da Serra de Montemuro”, a “Companhia Teatro do Mar”, o “Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra”, o espanhol “Centro Dramático Galego”, entre outros.
Já a companhia bracarense PIFH – Produções Ilimitadas Fora D’ Horas – surpreendeu o público com a comédia “Que Seca!”, “resultado de uma tentativa de descoberta da essência da comédia”, como refere o seu encenador José Miguel Braga.
Com variados ecos positivos do público ao longo de toda a peça, o encenador considerou o espectáculo “muito gratificante, porque foi possível fazê-lo perante uma multidão com um público muito diferenciado – com crianças, com pessoas da Sé, com universitários, com professores, com jovens, com actores e numa cumplicidade muito intensa e muito forte.
O vídeo que se segue é uma prova disso mesmo.
O Mimarte afirma-se, assim, como uma ponte entre o teatro e os seus amantes bracarenses. José Miguel Braga considerou este evento como “um sucesso teatral”, dada a adesão do público, fruto de uma “programação razoavelmente cuidadosa” que propôs ao público “espectáculos diferenciados sob vários pontos de vista.
À saída dos espectáculos a opinião do público em relação a este evento acaba por revelar a satisfação dos mesmos perante esta iniciativa, como nos refere o gráfico seguinte.
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